4 Pensamentos
  1. O objetivo do marketing das grandes empresas é mesmo esse: criar nas pessoas novas necessidades, coisas que elas não precisavam antes, mas que agora se tornam imperiosas nas suas vidas.
    Realmente ninguém pode viver sem consumir, afinal precisamos fazer a manutenção da nossa existência, através de comida, da roupa (porque não vamos andar pelados pela rua), nossa casa, remédio para nossa saúde, divertimento, etc..

    O problema é quando as coisas começam a sair do nosso controle e a entrar no campo das coisas fúteis e pueris, quando não fictícias.
    O próprio conceito de supérfluo é esse: algo que você não precisa e não é indispensável, mas que você tem desnecessariamente.

    Eu tenho me vigiado muito sobre isso; mesmo tendo dinheiro, mesmo tendo como comprar, verificar se realmente eu preciso daquilo ou se eu posso viver sem.
    É por isso que vivo falando das pessoas-espelho. E em relação ao consumismo elas agem no sentido de ter coisas não porque querem ou mesmo precisam.
    Mas como as pessoas ao seu redor possuem, essa ação reflete nelas, que passam a ter coisas muitas vezes sem nem saber o porquê ou o motivo.

    Minha mãe certa vez chegou aqui com uma calça para mim que custou quase R$ 300,00.
    Eu agradeci claro. Mas fiz questão de falar que com R$ 300,00 eu compraria 6 blusas lindas na HIS (minha loja favorita) que me seriam muito mais úteis.

    Tenho me esforçado, como disse, a mesmo tendo condições de ter mais, me contentar com o necessário. É uma disciplina comportamental importante.

    A gente certamente precisa de uma casa confortável, agradável.
    Mas queremos ir além e sofremos porque não temos uma casa com uma piscina olímpica.
    Mas pra quê você precisa de uma piscina olímpica se você não é um atleta ou um nadador profissional?
    É bom termos um carro bonito, visto que ter carro hoje em dia é uma necessidade e não mais um luxo.
    Mas sofremos porque não temos uma Ferrari de R$ 1 milhões de reais que chega a 300 km por hora.
    Mas porque você precisa de uma Ferrari, se não é permitido a você andar nas ruas do Brasil acima de 100 km por hora?

    Acho que deveríamos buscar ser felizes de uma forma mais realista e não baseado em ilusões e quimeras, em coisas que não nos agregam nada de positivo.
    Senão vamos estar perpetuamente vivendo não de acordo com o que achamos correto, mas de acordo com decisões e convenções feitas por pessoas que você nem conhece e que não necessariamente têm como objetivo te fazer feliz: mas fazer mais dinheiro.

    Um beijo.

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  2. Viver de aparência. Esse é o objetivo da maioria dos consumidores compulsivos.
    A aparência do TER sobre a nobreza do SER é o que vem prevalecendo.
    Tambem reflito sobre minhas necessidades materiais, sempre me questionando sobre o que realmente preciso.
    Um exemplo que eu sempre uso e muita gente acha um absurdo é o relógio.
    Eu não compro relógio, de jeito nenhum. rs. Sabe porque? Por que já ando com o celular o dia todo e nele tem as horas! Andar com o relógio no pulso é questão meramente de boa aparência, que para mim, nao importa tanto.
    Eu sempre compro aquilo que necessito ou que é supérfluo mas servirá como lazer nas horas vagas...
    Eu sempre brinco que se o Capitalismo dependesse de mim, MILHARES de lojas iriam falir... kkkkk

    Beijão

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  3. KKKKKKKKKKKKKK' pois é, eu também costumo ser bem controlada.. acho que é porque tenho um exemplo vivo de consumismo que é a minha mãe. Então tento fazer diferente. Penso varias vezes antes de comprar, e como todos homens e mulheres estranham o fato de eu não gostar de ficar olhando vitrine no shopping, quando eu preciso ai sim eu saiu pra comprar.. mas em outros casos não.

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  4. Obrigada ajudou no meu trabalho

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