3 Pensamentos
  1. No meu convívio social, me deparo com inúmeros casos de pessoas que traem e se gabam por isso, falando para quem quiser ouvir de suas aventuras sentimentais com diversas pessoas, apesar de estarem comprometidos (ou supostamente comprometidos) com alguém.
    Nos parece que o fato de uma pessoa ter compromisso e trair essa união é algo comum, que a faz descolada, popular, interessante. Essa é a imagem que a sociedade de nosso Globo passa atualmente.
    Já perdi a conta de quantas vezes me chamaram para sair para "caçar" (termo utilizado entre eles para definir a busca de outras mulheres) e, quando eu afirmo meu compromisso, dizendo que não traio, esses "colegas" me menosprezam, chacotam, me chamam de otário apaixonado e por aí vai.
    Sem contar as vezes que minha tatuagem (tenho o nome de minha namorada escrito nas costas) é objeto das conversações destes indivíduos, que criam inúmeras teorias de como eu sou louco, burro e inocente em ter feito tal demonstração de afeto, questionam como resolverei caso ela termine comigo, etc.
    Porém, nunca me irrito com essas pessoas, aliás, chego a ter compaixão por elas, afinal, tais seres ainda não chegaram a sentir o que eu sinto, não sabem o que significa a emoção amar alguém, ainda estão entregues à paixão carnal da satisfação dos desejos passageiros.
    Enfim, a traição, como você mesma disse, é o ápice do desrespeito ao parceiro e a si próprio, que torna a pessoa que trai um ser vilanoso, inconsequente.
    Oremos por nossos irmãos que ainda habitam esta faixa evolutiva, pois ao despertarem no Mundo Espiritual, lamentarão profundamente em terem enganado e brincado com o sentimento alheio, condenando a si próprios à penas dolorosas nos vales do arrependimento.

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  2. O espírito Emmanuel, no livro Vida e Sexo, fala uma coisa sobre isso que sempre me chamou a atenção.
    Ele diz que esses homens que traem de forma quase incontrolável, em verdade são pessoas que tiveram outras existências em culturas onde a poligamia era permitida como um valor social normal, o que os facultava ter várias mulheres com a permissão do Estado.
    Reencarnando-se em um país onde a lei estabelece a monogamia, eles entram em conflito e buscam dar vazão ao comportamento anterior, buscando várias mulheres, relacionamentos, etc.

    Claro que com isso Emmanuel não justifica a situação de modo a estimulá-la; apenas oferece o conhecimento de uma das origens do fato, especialmente em alguns indivíduos que são quase inveterados nesse comportamento.
    Até porque, no Livro dos Espíritos, no capítulo Lei de Sociedade, os espíritos falam que o casamento sob as bases monogâmicas é uma grande conquista da sociedade e dos indivíduos, pautada sobre bases de equilíbrio.

    Eu nunca trai namorada alguma.
    Se fui traido, sinceramente não sei hehe
    Mas como é mais glorioso sofrer injustamente uma ofensa, uma agressão, do que cometer uma contra outrem, isso realmente não me preocupa.

    O problema é que nós homens fomos educados para sermos indisciplinados afetivamente e sexualmente.
    Desde crianças, nossos pais falam que “temos que ser homens, ficar com as meninas, beijar e tal”, muitas vezes de forma irresponsável.

    Eu nunca me esqueço um dia quando eu tinha uma namorada e meu pai me ligou e disse: “E ai, está pegando as gatinhas?”
    Eu respondi: “Pai, eu tenho namorada. Você esqueceu? É fulana, eu já te apresentei ela.”
    Ele disse: “Ah, e daí?”

    Só nesse fato, você vê que nós, homens, encontramos muitas vezes no seio da família e da sociedade todos estímulos para o desequilíbrio afetivo e sexual.
    Homem que fala que é virgem ou que não tem vida sexualmente ativa, é tido como ridículo.

    Somente indivíduos que se decidem por basear o seu comportamento em fortes critérios éticos, morais e/ou religiosos para superarem com naturalidade isso.
    E para isso tenho me esforçado diariamente.
    Afinal ser solteiro não é ter licença para conduta permissiva e promíscua.

    E nisso o que o Lucas falou sobre ser chamado por amigos para "caçar" garotas, gera situações de incompreensão.
    O texto do meu blog chamado 'Alvitres Oportunos' fala justamente sobre isso, sobre o efeito de uma negativa minha de participar disso.

    Mas voltando ao tema do seu texto, acho que ninguém tem obrigação de permanecer em um relacionamento no qual não se compraz.
    Muito mais adequado o casal ter uma conversa madura e optar pelo fim, do que viver um relacionamento de aparência.

    Agora, apesar de você não ter a obrigação de estar em um relacionamento no qual você não deseja estar, isso não te dar o direito de desrespeitar a pessoa.
    Você pode ter o direito de não gostar mais dela, mas tem a obrigação de respeitá-la.

    Está gostando de outra pessoa?
    Sua obrigação moral é, antes de ter qualquer vínculo com ela, acabar o relacionamento atual de forma madura, e apenas após isso vincular-se a outra.

    Um beijo!

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  3. Hoje eu vim a procura de uma resposta para oque estou sentindo. Tenho tido muita vontade de trair meu noivo. Conversando com uma amiga, ela me fez ver que oque eu quero na verdade é me vingar dele. Eu perdoei vários erros dele, namorávamos há 10 meses e então descobri que ele tinha aprontado todas comigo durante este tempo. Fiquei sem chão, minha vontade era de me trancar no quarto e não sair nunca mais, porque não entendia muito bem o porque ele tinha feito isso comigo, pois sempre o respeitei e dei o meu mais sincero amor. Mas eu ainda precisava dar uma resposta pra ele, o seu pedido de perdão. Tive que ter forças pra decidir que não o perdoaria, mas quando fiquei cara a cara com ele e o meu coração me disse pra perdoar, eu perdoei. Mas hoje vivo assim, com medo, insegura e as vezes ainda fico triste. Ainda não aceitei o fato ou ainda não entendi o porque, a única resposta que conseguir encontrar foi a SAFADEZA dele mesmo. Ele as vezes me fala que eu não o perdoei de coração, eu respondo que perdoei, eu só não esqueci. É ai que vem essa vontade de trai-lo. Será que é normal? Estamos noivos, mas eu ainda não entendo oque acontece comigo. Se eu o perdoei e vamos nos casar o porque dessa vontade?

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